Laboratorio da Escrita

Conversas sobre literatura, regras e jogos

Giliane Silva de Moura
  • Santo André
  • Brasil
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O que faço:
Sou professora, nas horas vagas escrevo...

Como um Pavão

Trilin, trilin,trilin ouvi esse ruído que se aproximava. Uma figura curiosa caminhava com passos trôpegos no chão de terra batida. Andava com falso garbo, ostentando o brilho de sua roupa e adereços(penduricalhos), um olhar vazio, mirava a todos com soberba e desprezo. O Ser passou por mim, olhou porém não me viu, era como seu eu fosse uma parede ou algo parecido.Passou olhou, não viu e seguiu seu caminho.Quando ficou de costas, um misto de riso e tristeza me envolveu, na parte traseira de sua calça havia um rasgo de tamanho considerável, olhei e a primeira cisa que me veio a cabeça...um majestoso pavão com a calda aberta, exibindo-se a fim de desviar a atenção de seus pés, naõ tão majestosos.

G...

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Giliane Silva de Moura

O Ipê

O dia está quente, estou sentado à sombra de uma árvore de flores amarelas, observando onde ela está. As pessoas passam por mim, algumas olham com bondade, outros com ar superior e outros são indiferentes.
Hoje isso não importa.
Durante um bom tempo, odiei todos esses seres, mas foi, um, ou melhor, uma dessas pessoas fez com que mudasse de opinião. Não sobre todos, somente sobre alguns.
Seu nome, Ana, sua idade, não sei, mas sei que em alguns momentos era extremamente jovem e feliz, em outros tr… Continuar

Postado em 17 agosto 2008 às 22:41 ‚Äî

Giliane Silva de Moura

Pouca,Pequena

O que ela faz aqui? Quem a deixou entrar?.... - Alguém sussurrava olhando para mim... - veja só as roupas dela, sem brilho, sem uma etiqueta apropriada... - olhava para eles sem entender o que porque daquilo deixei-me ficar... comecei a observar o lugar, nada era diferente de nada e tão pouco era parecido com algo que já tivesse visto antes. O local era espaçoso todo em tom bege, com luzes coloridas, que alternavam, as pessoas nem pareciam pessoas eram algo diferente, mas não único já havia vist… Continuar

Postado em 14 abril 2008 às 12:58 ‚Äî

Giliane Silva de Moura

Encontro

Caminhava sentindo o vento frio em seu rosto, o céu estava limpo e suas mão embora estivessem com luvas estavam frias, seu nariz estava róseo, a gola levantada... as mão nos bolsos, um cachecol no pescoço, assim andava, era uma figura solitária e corajosa que se arriscava no frio do alto inverno... ... ... ... seus passos ecoavam pela rua, um gato rajado pára a sua frente e o encara, ele porém não desvia olhar, o olhar do gato é inquiridor, como a perguntar, “o que faz uma criatura como essa aqu… Continuar

Postado em 14 abril 2008 às 12:55 ‚Äî

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