Laboratorio da Escrita

Conversas sobre literatura, regras e jogos

Todas as mensagens do blog (23)

Fernanda da Conceição Desabafo

Tudo na vida parece pesar, não que esteja de todo ruim, mas...., há algo no ar que parece estar se opondo ao lado que quero seguir. Quando não conseguia aulas, tudo parecia encaminhar -se para o mundo intelectual que sempre gostei, agora que tenhos as aulas almejadas, parece que o mundo me arrasta para baixo. É até pessimista demais, mas com tantas coisas para fazer da escola, fico sem tempo para viver o que gosto... Ler, ver obras de artes, ouvir boa música, tudo agora parece tão distante, nunc… Continuar

Adicionado por Fernanda da Conceição em 23 junho 2009 às 20:57 — Sem comentários

Giliane Silva de Moura O Ipê

O dia está quente, estou sentado à sombra de uma árvore de flores amarelas, observando onde ela está. As pessoas passam por mim, algumas olham com bondade, outros com ar superior e outros são indiferentes. Hoje isso não importa. Durante um bom tempo, odiei todos esses seres, mas foi, um, ou melhor, uma dessas pessoas fez com que mudasse de opinião. Não sobre todos, somente sobre alguns. Seu nome, Ana, sua idade, não sei, mas sei que em alguns momentos era extremamente jovem e feliz, em outros tr… Continuar

Adicionado por Giliane Silva de Moura em 17 agosto 2008 às 22:41 — Sem comentários

Paula Nogueira Sapeca

Metal frio nos olhos da boneca... Arremeteu o ponto certo para o retalho, Fez laço de fita vermelha no cabelo. Menina quieta; quieto brinquedo. -Me dá um abraço? Sorriu amassando e beijando Sapeca. Continuar

Adicionado por Paula Nogueira em 17 julho 2008 às 14:08 — Sem comentários

Paula Nogueira Casa

Sonhei acordada naquela casa. No entanto, sombria, alma fria, com medo... -Deixa sentir teu natural encanto solitário abrigo em que permaneço. Pude ver sua aquarela em certo momento no mistério em que adoecia, casa de meu desejo... aconchega a ansiedade peregrina na casa vazia. No íntimo rangendo desiludido meu coração aflito em cantos rachados. Uivou um sopro na poeira disfarçada quisera ouvir nada, mas casa...Sonhei com estrelas restaurando a proteção a cada noite. Sofro pelo tempo qual foi… Continuar

Adicionado por Paula Nogueira em 17 julho 2008 às 14:04 — Sem comentários

russinha Amar o perdido deixa confundido este coração. Nada pode o ouvido contra o sem sentido apelo do Não.…

Amar o perdido deixa confundido este coração. Nada pode o ouvido contra o sem sentido apelo do Não. As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão Carlos Drummond de Andrade TE AMO! Continuar

Adicionado por russinha em 4 junho 2008 às 10:47 — Sem comentários

Glaucia Suellen Literatura de Cordel

Olá, Essas fotos são de uma apresentação que eu fiz na Casa das Rosas no fechamento… Continuar

Adicionado por Glaucia Suellen em 25 maio 2008 às 15:00 — 1 Comentário

Edir Linhares PROVOCAÇÃO

Olhem só a provocação que recebi: Olha só que interessante, Edir!! =) Bjoss Nosso Cérebro é Doido !!! De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa. DepContinuar

Adicionado por Edir Linhares em 19 maio 2008 às 17:41 — 2 Comentários

Silvia R. Cabrera as time goes by

beijos são tão-somente beijos nad'a'lém beijos não são metafísica beijos são o mais puro materialismo dialético beijos são borboletas que roçam lábios devassos beijos são sopros divinos purificando pecados beijos não são: estão e estando já não mais o são ;beijos são efêmeros :beijos… Continuar

Adicionado por Silvia R. Cabrera em 8 maio 2008 às 15:21 — Sem comentários

Edir Linhares A POLÍTICA DA EXPERIÊNCIA E A AVE DO PARAISO -

A POLÍTICA DA EXPERIÊNCIA E A AVE DO PARAISO - de R.D. Laing. Cap 6 - A EXPERIÊNCIA TRANSCENDENTAL Vivemos numa época em que os fundamentos se alteram e se abalam as fundações. Não posso responder por outros tempos e locais. Talvez tenha sido sempre dessa forma. Sabemos que hoje é assim.Nestas circunstâncias temos toda a razão de nos sentirmos inseguros. Quando os fundamentos do nosso mundo são postos em dúvida, procuramos os nossos refúgios, recorremos a funções, status, identidades, rel… Continuar

Adicionado por Edir Linhares em 29 abril 2008 às 17:05 — 1 Comentário

russinha abecedario em russo

А /a/ Б /b/ В /v/ Г /g/ Д /d/ Е /ye/ Ё /yo/ Ж /j/ З /z/ И /i/ Й /j/ К /k/ Л /l/ М /m/ Н /n/ О /o/ П /p/ Р /rr/ С /s/ Т /t/ У /u/ Ф /f/ Х /x/ Ц /tç/ Ч //ʧ// Ш /ʃ/ Щ /ʆ/ Ъ // Ы /ɪ/ Ь / ʲ/ Э /ɛ/ Ю /ju/ Я /ja/ Continuar

Adicionado por russinha em 24 abril 2008 às 17:24 — Sem comentários

russinha Certas palavras podem dizer muitas coisas...

Certos olhares podem valer mais do que mil palavras... Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora... Certos gestos,parecem sinais guiando-nos pelo caminho... Certos toques parecem estremecer todo nosso coração... Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiai.” Continuar

Adicionado por russinha em 23 abril 2008 às 14:30 — Sem comentários

Silvia R. Cabrera feito de nada

a vida : como a teia que a aranha v.i.v.a.m.e.n.t.e l.e.v.e.m.e.n.t.e l.e.n.t.a.m.e.n.t.e h.a.b.i.l.m.e.n.t.e d.i.v.i.n.a.m.e.n.t.e a.t.e.n.t.a.m.e.n.t.e s.i.m.p.l.e.s.m.e.n.t.e p.a.c.i.e.n.t.e.m.e.n.t.e c.o.n.s.c.i.e.n.t.e.m.e.n.t.e c.a.p.r.i.c.h.o.s.a.m.e.n.t.e tece feito de um nada que se faz tudo abrigo e subsistência arte e poesia imagem e palavra que o vento ou mãos alheias podem dispersar mas que i.n.d.e.l.e.v.e.l.m.e.n.t.e deixa suas marcas onde só o Tempo absoluto alcança (texto base… Continuar

Adicionado por Silvia R. Cabrera em 22 abril 2008 às 10:07 — 12 Comentários

Giliane Silva de Moura Pouca,Pequena

O que ela faz aqui? Quem a deixou entrar?.... - Alguém sussurrava olhando para mim... - veja só as roupas dela, sem brilho, sem uma etiqueta apropriada... - olhava para eles sem entender o que porque daquilo deixei-me ficar... comecei a observar o lugar, nada era diferente de nada e tão pouco era parecido com algo que já tivesse visto antes. O local era espaçoso todo em tom bege, com luzes coloridas, que alternavam, as pessoas nem pareciam pessoas eram algo diferente, mas não único já havia vist… Continuar

Adicionado por Giliane Silva de Moura em 14 abril 2008 às 12:58 — Sem comentários

Giliane Silva de Moura Encontro

Caminhava sentindo o vento frio em seu rosto, o céu estava limpo e suas mão embora estivessem com luvas estavam frias, seu nariz estava róseo, a gola levantada... as mão nos bolsos, um cachecol no pescoço, assim andava, era uma figura solitária e corajosa que se arriscava no frio do alto inverno... ... ... ... seus passos ecoavam pela rua, um gato rajado pára a sua frente e o encara, ele porém não desvia olhar, o olhar do gato é inquiridor, como a perguntar, “o que faz uma criatura como essa aqu… Continuar

Adicionado por Giliane Silva de Moura em 14 abril 2008 às 12:55 — Sem comentários

Fernanda da Conceição A Sacerdotisa

A Sacerdotisa veio como um pombo-correio trazer-te notícias visionárias sobre tua saúde, amor e dinheiro, que se usardes de tua intuição não perderás por esperar. Com equilibrio de teu racional e emocional, terás a árvore do conhecimento espiritual e a Senhora dos céus lhe trará prosperidade. Excluir comentário Continuar

Adicionado por Fernanda da Conceição em 13 abril 2008 às 20:54 — Sem comentários

Marli Pizzi Trabalho sobre leveza e rapidez

oi! recebemos seu poema numa primeira lida, sem os olhos "afiados" para a crítica, me deixei levar pelo sentido sinestésico (apreciação dos elementos "sensoriais" do texto), parece-me que a tarefa foi cumprida com mérito rsrsrsrsrsrs como dissemos, repetindo Calvino, "é necessário olhar a realidade de viés, subtrair o peso das coisas do mundo" vendavais, raios, temporais... não são assuntos sublimes, no entanto vc conseguiu abstrair-se o suficiente para dar-lhes o toque necessário de equilíb… Continuar

Adicionado por Marli Pizzi em 10 abril 2008 às 9:47 — Sem comentários

Marco Antonio Andrade A Simples Sabedoria

Esta parábola é sobre um jovem, que em busca de sabedoria havia estudado muito, no entanto, não era reconhecido como um prodígio pelos anciãos de sua aldeia. Ele era intolerante com os outros de sua idade porque julgava-os alienados, e isso fazia com que sua atividade predileta fosse visitar os anciãos, que se reuniam todos os fins de tarde numa espécie de parlamento. Antes de encerrar as reuniões eles filosofavam e debatiam sobre diversos assuntos. Eram verdadeiras batalhas filosóficas, e o jov… Continuar

Adicionado por Marco Antonio Andrade em 1 abril 2008 às 15:20 — 1 Comentário

Silvia R. Cabrera AUTOPSICO(SE)GRAFIA

por que estas – e não outras – palavras servem-se de mim sou banquete de mensagens estranhas alheias à minha alma o que estou escrevendo agora nada tem em comum com meus atos (após o almoço, ainda de camisola, acabei de mandar as crianças para a escola) mas os dedos obedecem a uma ordem que de dentro para fora expele impulsos nervosos sobre o teclado letras, espaços, deletes releituras rápidas da última frase pensamento avante no tempo e espaço um ou outro retoque estilístico para... qual fin… Continuar

Adicionado por Silvia R. Cabrera em 26 março 2008 às 12:30 — 1 Comentário

Silvia R. Cabrera PORTRAIT DANS LE MIROIR DES TES YEUX

uma mulher decidida e entregue nos braços de um homem nua de corpo e alma: retalhos de sonho e verdade cacos de pensamentos e vontades sobras de medos e perdas trechos de poemas e músicas asas de anjo e uma chama ardente lábios de mel e olhos profanos cintura de menina em um vulcão cabelos de arco-íris e seios de algodão dentes de pedra e boca de veludo pele de pêssego e alma selvagem censuras vetadas e desejos permitidos fantasias reveladas e palavras libertadas corpo matéria etérea borbol… Continuar

Adicionado por Silvia R. Cabrera em 25 março 2008 às 12:04 — Sem comentários

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